Caiu no golpe do pix com prejuízo acima de R$ 4mil  e não sabe o que fazer? Não se preocupe. Existe uma maneira de recuperar seu dinheiro.

A súmula 479 do STj atribuí aos bancos a responsabilidade por golpes financeiros envolvendo transferências de dinheiro entre contas bancárias.

Caiu no Golpe do Pix?

Saiba o que fazer agora.

A súmula 479 do STJ atribuí aos bancos a responsabilidade por golpes financeiros envolvendo transferências de dinheiro entre contas bancárias.

Veja abaixo as providências para as primeiras horas↓

Quando o banco tem responsabilidade sobre a fraude/golpe ?

Invasão não autorizada na conta/celular

Transações atípicas (valores incompatíveis com a renda)

Falha no sistema de segurança ou inércia do banco

Pessoa hipervulnerálvel (idosos, deficientes, etc)

Caiu no Golpe do Pix?

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Caiu no Golpe do Pix com prejuízo acima de R$ 4mil e não sabe o que fazer? Não se preocupe. Existe uma maneira de recuperar seu dinheiro.

A súmula 479 do STJ atribui aos Bancos a responsabilidade por golpes financeiros.

FAQ

Golpe + Frequentes

O golpe começa quando vítima recebe uma mensagem — geralmente por WhatsApp, Instagram, SMS ou Telegram— oferecendo um trabalho simples, como curtir vídeos, seguir contas, avaliar produtos, assistir anúncios, ou fazer pequenas “tarefas” digitais.

O golpista promete pagamentos rápidos e mostra supostas provas de outras pessoas ganhando dinheiro.
No início, a vítima realmente recebe pequenos valores (R$ 10, R$ 20, R$ 50), para gerar confiança.

Depois, começam as tarefas VIP, onde para “ganhar mais”, a pessoa precisa depositar valores próprios para “desbloquear” uma comissão maior.
Esses depósitos vão aumentando (R$ 300, R$ 800, R$ 1.500, R$ 3.000…).
Quando a vítima tenta sacar, o golpista diz que precisa pagar taxas, fianças, desbloqueios, atualizações.

No fim, a vítima perde todo o dinheiro depositado e é bloqueada.

 

Você foi vítima se:

Precisou pagar para liberar tarefas, comissões ou saques;

Prometeram retorno alto por tarefas simples;

A plataforma travou seu saldo ou pediu novas taxas;

Depois do pagamento, sumiram ou te bloquearam;

O dinheiro investido não voltou de jeito nenhum.

O golpista se passa por intermediário falso entre comprador e vendedor.
Ele vê um anúncio real e inicia conversa com ambos separadamente:

Para o vendedor, diz que tem um comprador certo e pede para não falar de valores.

Para o comprador, diz que é o dono do produto e oferece preço baixo para atrair.

O encontro é marcado, e as partes acham que tudo está certo.
Mas o comprador faz o pagamento para o golpista, acreditando que é do vendedor.
O vendedor entrega o produto para mostrar, mas não recebe nada.

Depois disso, o golpista some e bloqueia todos.

 

Você caiu no golpe se:

Pagou para terceiros que não eram o vendedor;

Foi orientado a não falar de preço com a outra parte;

O vendedor real não recebeu o dinheiro;

Após o pagamento, a pessoa sumiu ou bloqueou você.

O golpista entra em contato por telefone, WhatsApp ou SMS se passando por banco, gerente ou setor de segurança.
Ele diz que identificou movimentações suspeitas, compras indevidas ou tentativa de invasão.
Com isso, pede para “confirmar dados”, instalar aplicativos, ou realizar “procedimentos de segurança” — que, na verdade, permitem ao golpista acessar a conta.

Depois disso, ele faz transferências via Pix, empréstimos, compras, ou muda dispositivos cadastrados.
O banco real não tem participação. O golpe ocorre pela engenharia social e pela confiança criada.

 

Você caiu no golpe se:

Recebeu ligação ou mensagem dizendo ser “segurança do banco”;

Pediram para confirmar senha, código ou instalar aplicativo;

Pediram para fazer Pix, devolver valores ou “cancelar/congelar operações”;

Aapós seguir as instruções, o dinheiro sumiu da conta;

O suposto atendente sumiu ou bloqueou você.

 

O golpista age como entregador, vendedor ou técnico falso.
Ele aparece com uma “maquininha” adulterada ou altera rapidamente o visor no momento do pagamento.
O valor digitado é muito maior do que o informado, mas a tela mostra apenas parte do número ou aparece “transação negada”, quando na verdade foi aprovada.

Em alguns casos, ele até pede para a vítima digitar a senha duas vezes, alegando erro.
Depois disso, a pessoa vai embora e a vítima só percebe o golpe ao ver a fatura ou o extrato.

 

Você provavelmente foi vítima se:

A máquina mostrou erro, mas o valor foi cobrado;

O visor mostrou apenas asteriscos ou não exibiu o valor completo;

A pessoa pediu para você digitar a senha mais de uma vez;

O valor cobrado foi maior que o combinado;

O comprovante ficou com o golpista e não foi entregue a você;

Após o pagamento, o “entregador/técnico” sumiu imediatamente.

Criminosos clonam ou imitam o número de WhatsApp de alguém.
Eles usam foto, nome e histórico para parecer real.
Depois, entram em contato com amigos ou familiares pedindo urgência em um pagamento, alegando: troca de número, compra inesperada, emergência, ou desconto que acaba rápido.

Tudo parece convincente porque usam a foto real e falam como se fossem a pessoa.
Após o depósito, o golpista bloqueia e desaparece.

Você foi vítima se:

Recebeu pedido de dinheiro de “amigo/parente” e transferiu;

A pessoa dizia estar usando “número novo”;

Havia pressa, urgência ou pedido sigiloso;

Depois do pagamento, o contato sumiu ou bloqueou;

Mais tarde, a pessoa real disse que não pediu nada.

O golpista liga para aposentados dizendo ser: banco, correspondente autorizado, ou “setor de portabilidade do INSS”.

Ele promete redução das parcelas, taxas menores ou até “cancelamento de empréstimos”.
Na verdade, faz o aposentado assinar um novo empréstimo, acreditando ser apenas portabilidade.

O dinheiro cai na conta da vítima como se fosse “troco” ou “diferença”, mas é o valor de um novo empréstimo que será descontado no benefício.

Após isso, o golpista some.

 

Você provavelmente foi vítima se:

Caiu dinheiro na sua conta sem pedir;

Foi orientado a fazer portabilidade e depois descobriu ser novo empréstimo;

Recebeu proposta de “redução de parcelas” sem assinar nada oficialmente;

Alguém pediu fotos de documentos ou selfie;

Após a operação, a pessoa não atende mais;

O desconto no benefício aumentou ou mudou de banco sem autorização clara.

Se entrou dinheiro sem solicitação e começou novo desconto, é golpe de empréstimo disfarçado de portabilidade.

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Vera Cardoso
24 Setembro 2026
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Julia Tarsila Amaral
14 Março 2024
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Thais Viana
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Julia Botura
13 Março 2024
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